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Eliane Brum – Jogo de Ideias

Eis uma escritora e repórter que, abrindo mão dos cacoetes da profissão de formação, prefere ouvir, ser uma “escutadeira”. Ao longo dos anos, foi aprendendo a fazer cada vez menos perguntas, para deixar-se impregnar pela textura e pelo cheiro da realidade. Sim, ela busca a realidade, mas nesse colorido de afetação de uma experiência que, não raro, é muito perturbadora. Essa entrevista aconteceu no programa Jogo de Ideias, gravado na Casa da Cultura, em Paraty, durante a 8ª edição da Festa Literária de Paraty (Flip). (Martini)

Yukio Mishima: o espírito japonês em ebulição [legendas em inglês]

Nunca vi ninguém tão perturbador à austeridade japonesa, e ao mesmo tempo tão japonês quanto Mishima. Foi com ele que aprendi que a literatura não é inofensiva, que o leitor, acima das páginas do livro que manuseia, corre riscos: não no sentido dramático da palavra (pelo menos, nem sempre), mas naquele que nos pega no fundo da alma, e que aponta para as coisas que importam na vida, até seu último momento. (Martini)

Clarice Lispector: a última entrevista

Penso que uma das coisas mais admiráveis se dá quando alguém consegue escrever sem pretensão de ser qualquer outra coisa além de si mesmo. Tenho essa impressão de Clarice, ao ouvi-la falar de sua escrita. Trabalho árduo, doído, enlouquecedor – e, diga-se de passagem, nunca profissional, segundo ela mesma fez questão de afirmar. “Eu não sou profissional, só escrevo quando eu quero”. Deixava, assim, seu ofício o mais solto possível, livre de qualquer outra demanda que não a de escrever.  (Martini)

Julio Cortázar: Cronopios y famas [em espanhol]

O que são os cronopios, como se explicam esses (e outros) personagens? Vi esse vídeo já há algum tempo, e ainda me lembro da curiosa descrição de Cortázar, diante da pergunta de um entrevistador que – tal como um “fama” -, quer solucionar e esclarecer as coisas, pedindo do autor uma explicação. Mas, não; seus cronopios se revelaram numa ocasião de grande comoção – morava em Paris, e no entreato de um concerto em homenagem a Igor Stravinsky, foi então que os viu pela primeira vez.  (Martini)
 
 
 

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